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Mari-sem-vergonha em: Um novo Começo

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Mais sem vergonha que nunca {closing time}

Mais distraída que sempre {open all the doors}

Mari –inspira, respira, suspira – anuncia seu até mais ver {and let you out into the world}

O até logo

Cheio de carinho, cheio de afeto

Cheio de muito-muito-muito obrigada

Cheio de saudade

E sem nenhum ponto final

Porque sem vergonha não sou só eu

É você

Somos nós

Porque sem vergonha é mudar

É arriscar

Sem vergonha é poder ser você

É aceitar

Sem vergonha é errar

E tentar de novo

Sem vergonha é deixar de ensaiar

É fazer

Sem vergonha é sacudir a poeira

É voar

É deixar de pensar

É sonhar

Porque sem vergonha não sou só eu

É você

Somos nós

Eu sou essa menina, você é essa menina, nós somos essa menina, lembra?

Sem vergonha é poder ir embora

E ficar

Em cada poesia

Em cada coração

Em cada muito obrigada

Em cada vez que você sentiu que se gosta do jeitinho que é

No amor que começa todo dia ♡

{cada novo começo vem de algum outro fim de começo}


Do começo ao fim a Flaminga sempre estará com você.

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Mari-sem-vergonha em: Around the World

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Logo que completei 20 aninhos, entre tantas inquietudes e sonhos, realizei a vontade de passar uma temporada fora do Brasil.

O lugar escolhido foi a Espanha.

Foram 365 dias intensamente vividos. Um a um.

Uma chuva de cultura, dias de vida mansa, muita siesta, muitas tapas, muitos helados, muitas canãs, muitos amigos.

Além dos amigos, das viagens e das boas lembranças, uma das grandes heranças que tenho desses dias foi a injeção de auto estima que nunca me abandonou.

Na época, com alguns kilinhos a menos, mas bem longe de estar dentro de algum padrão de beleza, fazia o maior sucesso, como nunca tinha experimentado antes.

Sempre pensava “uau, como eu sou musa na Europa”.

Precisei de um estímulo externo e de um namorado gato pra me dar um pouquinho mais de valor e, enfim, começar a perceber todas as qualidades não notadas antes.

Precisei cruzar fronteiras pra, então, quebrar barreiras que eu mesma tinha construído.

Tive a felicidade de voltar mais uma vez, 5 anos depois, e continuei com essa impressão de “uau, por aqui eu sou uma diva”.

Sempre supervalorizando o estímulo vindo de fora.

Agora, quase 10 anos mais tarde, voltei mais uma vez, não a passeio, não pra arrasar e desfilar na plaza mayor, mas pra estar com uma amiga especial em seu casamento.

Dessa vez não recebi todos os estímulos externos da década passada – depois dos 30 tudo muda, rs.

Mas, de novo, precisei cruzar fronteiras pra quebrar barreiras.

Acompanhei a noiva que precisa de um respiro em uma visitinha a um spa.

Olhei a tabela de preços, escolhi ser humilde fazer uma sauninha.

Ela me olhou e avisou: amiga, na Holanda todo mundo fica peladão na sauna, tá?.

Eu lembrei do episódio de friends em que o Chandler senta no colo do sogro, ri e disse: mas é óbvio!

O que eu não sabia é que todo mundo, TODO MUNDO, fica peladão.

PE-LA-DÃO.

Homem, mulher, senhor, senhora, casal, mocinho, mocinha, todo mundo, no mesmo espaço, dividindo o mesmo banquinho.

Por um segundo, enquanto tirava as últimas peças de roupa, contabilizei todos os meus defeitos.

Todos aqueles que aprendi a mostrar com o passar dos anos no vestiário da academia.

Todos aqueles que já apareceram em outras ocasiões, mas que, assim, pá, à luz do dia, sem nem um drinkzinho pra relaxar, era novidade.

Nos primeiros minutinhos, confesso que segurei a respiração.

Depois, algumas risadas.

E eis que soltei a respiração e muitas risadas.

Foi inapropriado, mas foi.

Passou.

Esqueci da contabilidade. Relaxei.

Esqueci de diferenças e fui percebendo que, na verdade, nós somos é muito iguais.

De volta pra casa, não deixei de pensar nisso e, de novo, passei a olhar pro meu corpo de outra forma.

De novo, me redescobri, me apaixonei.

Lembrei de algo que li uma vez e dizia que nós viajamos pra nos perdermos, pra nos tornarmos jovens bobos de novo, pra diminuir a velocidade do tempo e, por fim, pra nos encontrarmos.

Às vezes precisamos estar do lado de fora pra quebrar as barreiras aqui de dentro.

Às vezes precisamos mudar de lugar pra nos apaixonarmos mais uma vez.

Que essa jornada seja infinita ♡

 


Tenha curiosidade, explore, conheça, experimente, sinta vontade e faça sua vontade.
Encontre sua identidade, retoque suas escolhas, abrilhante seu estilo e para todas as suas posições a Flaminga estará te acompanhando 🌸

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Mari-Sem-Vergonha em: Somos Todas Super Poderosas

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Muito bonitinha.

Muito feia.

Muito exuberante.

Muito delicada.

Muito velha.

Muito novinha.

Muito exótica.

Muito comum.

Muito masculina.

Muito perua.

Muito recatada.

Muito exagerada.

Muito séria.

Muito sem graça.

Muito divertida.

Muito magrela.

Muito forte.

Muito gorda.

Ele disse.

Ela disse.

Eles disseram.

E eu disse que sim.

Muita qualidade.

Muito defeito.

Meu jeitinho.

Minha beleza.

Minha escolha.

Eu!

E você também.

Sim!

Muito.

110%.

Você!

Transborde sua personalidade, sua beleza, seu jeitinho.

Seja muito, seja super, seja você ♡

Somos todas superpoderosas!

Somos todas super mulheres!


Seja você, seja super na Flaminga!

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Mari-sem-vergonha em: Eu gosto, Eu uso!

Minha barriga, minhas regras.

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Meu braço gorduxo, minhas regras.

Minha bunda grande, minhas regras.

Sim, migas.

Às vezes não basta ser autoconfiante.

Às vezes não basta se amar.

Às vezes não dá pra ser sutil.

Às vezes apenas não dá. 

Às vezes a gente precisa de-se-nhar

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Tem muito fiscal da pancinha alheia por aí.

Tem muita gente que confunde autoestima com escudo.

Tem muita gente disposta a dizer que você não está adequada.

Tem um batalhão “preocupado” com nossa saúde.

Mentira.

Tem muita preocupação disfarçada de preconceito quando se fala em diversidade.

Toda essa preocupação se reflete no que comemos, no que vestimos, na forma como nos comportamos, até no mortal triplo carpado de quem está fora do padrão.


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Ainda é tabu ser gorda e praticar esportes.

Ainda é tabu ser gorda e bem sucedida.

Ainda é tabu ser gorda e estar grávida.

Ainda é tabu ser gorda e fashionista.

Ainda é tabu ser gorda e empoderada.

E, nesse movimento, acompanhando a campanha gringa #WeWearWhatWeWant, nós decidimos esbanjar nossa sem vergonhice e lançar a nossa: #EuGostoEuUso.

Porque sim.

Porque nós podemos escolher o que nos representa.

Porque nós podemos nos sentir lindas.

Porque podemos abraçar a rua como se fosse passarela.

Nós não somos tímidas, somos?

Nós não estamos tentando nos esconder, estamos?

Nós não precisamos mudar o tamanho dos nossos corpos.

Nós precisamos mudar o nosso comportamento.

E às vezes, do amiguinho também.

#EuGostoEuUso.

Minha pança, minhas regras.


Agora vem com a Flaminga que a gente te ensina 4 passos para Gostar e Usar!
1. Acesse flaminga.com.br
2. Escolha um look
3. Gostou?
4. USOU!

Compartilhe a hashtag #EuGostoEuUso e espalhe confiança ♡ 

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Mari-sem-vergonha em: Juntas somos maiores!

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Que bonito seria o colorido.

Que bonito seria preto, branco, vermelho, verde e amarelo sem distorção.

Que bonito seria o diverso.

Que bonito seria beleza sem padrão.

Que bonito seria.

Se nada fosse competição.

Se o oposto do pedestal não fosse chão.

Que bonito seria.

Ao invés de embate, união.

Que bonito é.

A grandeza da junção. 

Sentir o poder da batida de mais um coração.

A força da guerreira que se junta ao batalhão. 

Que beleza quando somos.

Que fortaleza quando somos.

Quando somos, somos melhores.

Quando juntas, somos maiores.


Ser uma é ser várias, juntas somos maiores e transformamos cada dia para um futuro melhor.
Para todas as escolhas a Flaminga estará contigo, mana <3

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Mari-sem-vergonha em: Sim, nós somos perfeitas!

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É muito mais fácil elogiar o outro.

Dizer pra amiga que ela tem um cabelo incrível.

Dizer pra mãe que ela é mais enxuta que a Jennifer Lopez.

Dizer que sua professora é genial.

Que sua colega de trabalho é absurdamente articulada.

Que sua funcionária é a pessoa mais organizada do planeta.

É muito mais fácil ver pedacinhos de beleza e perfeição no que está do lado de fora.

A gente sabe.

A gente só não percebe que é muito mais fácil apontar, em si, erros.

Os tropeços.

Os tombos.

As feridas.

Os defeitos.

Somos muito duras quando falamos de nós.

Esquecemos que nós também somos amigas, mães, professoras, colegas, funcionárias.

Esquecemos que também reunimos  uma porção de pedacinhos de beleza e perfeição.

Esquecemos que quem segura essa cabeça bagunçada é uma pessoa.

Uma pessoa linda.

Uma pessoa incrível.

Uma pessoa.

Sim!

Somos incríveis! 

Somos mão na massa.

Somos parceiras.

Somos amigas

Somos colo.

Somos lar.

Somos risadas.

Somos a alma da festa.

Somos abraços.

Somos só amor.

E, já que somos incríveis…

Sejamos, então, gentis.

Com quem e o que está aqui fora.

E com quem e o que somos, aí dentro.

Nós somos, sim, perfeitas 

Se você ainda não acredita, clica aqui 😉


Seja sua melhor criação, inspire-se com a Flaminga e crie looks que te completem <3 

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