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A・ S・O・B・I é na Flaminga!

E com vocês:  A・ S・O・B・I na Flaminga!

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Para celebrar esta parceria preparamos uma matéria super legal que fizemos com Asobi, a estilista da marca.
Vem com a gente conhecer este novo encanto do oriente que chegou na Flaminga

 



Com um estilo direcionado a valorizar a auto estima das mulheres, a  A・ S・O・B・I Mode Japan nasceu para ser usada ocasionalmente, no trabalho ou naquela ocasião especial.

Mas esta história começou láá trás, nos anos 50.
A mãe da Asobi, Kei Yamashitaestudava na tradicional escola de kimonos (incrível) Otsuka Sueko Kimono Gakui, ela até nos mandou algumas fotos desta escola super legal:

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Kei Yamashita e a Escola de Kimono.

Vanguardista que era, criava seus modelos com tecidos ocidentais, inclusive com estampas de onça e obi preto, ah, obi é este cinto ou faixa de tecido usados com kimono.

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Uma referência incrível sobre conceitos de moda, tendências e a dedicação em

criar algo com muita atenção e cuidados.

O tempo passou, Asobi cresceu e se dedicou a estudar moda na  Tokyo Mode Gakuen no Japão e na ESDI (École Supérieure de Design Industriel) lá em Creapole,Paris, legal né? Passou mais um pouquinho do tempo e a vontade de criar uma marca com inspiração cosmopolita foi surgindo, até que enquanto ainda morava em Tokyo, Asobi  junto com Edison foram polindo a ideia que foi crescendo e crescendo até eles escolherem fazer acontecer no Brasil!
E assim surgiu A・ S・O・B・I Mode Japan, uma marca cuidadosa e delicada, que dá vida aos detalhes e conceitos!

 

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Vestidos A・ S・O・B・I Mode Japan

 

 


Conheça mais a marca em A・ S・O・B・I Mode Japan e confira seus produtos na Flaminga!

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Mari-sem-vergonha em: Around the World

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Logo que completei 20 aninhos, entre tantas inquietudes e sonhos, realizei a vontade de passar uma temporada fora do Brasil.

O lugar escolhido foi a Espanha.

Foram 365 dias intensamente vividos. Um a um.

Uma chuva de cultura, dias de vida mansa, muita siesta, muitas tapas, muitos helados, muitas canãs, muitos amigos.

Além dos amigos, das viagens e das boas lembranças, uma das grandes heranças que tenho desses dias foi a injeção de auto estima que nunca me abandonou.

Na época, com alguns kilinhos a menos, mas bem longe de estar dentro de algum padrão de beleza, fazia o maior sucesso, como nunca tinha experimentado antes.

Sempre pensava “uau, como eu sou musa na Europa”.

Precisei de um estímulo externo e de um namorado gato pra me dar um pouquinho mais de valor e, enfim, começar a perceber todas as qualidades não notadas antes.

Precisei cruzar fronteiras pra, então, quebrar barreiras que eu mesma tinha construído.

Tive a felicidade de voltar mais uma vez, 5 anos depois, e continuei com essa impressão de “uau, por aqui eu sou uma diva”.

Sempre supervalorizando o estímulo vindo de fora.

Agora, quase 10 anos mais tarde, voltei mais uma vez, não a passeio, não pra arrasar e desfilar na plaza mayor, mas pra estar com uma amiga especial em seu casamento.

Dessa vez não recebi todos os estímulos externos da década passada – depois dos 30 tudo muda, rs.

Mas, de novo, precisei cruzar fronteiras pra quebrar barreiras.

Acompanhei a noiva que precisa de um respiro em uma visitinha a um spa.

Olhei a tabela de preços, escolhi ser humilde fazer uma sauninha.

Ela me olhou e avisou: amiga, na Holanda todo mundo fica peladão na sauna, tá?.

Eu lembrei do episódio de friends em que o Chandler senta no colo do sogro, ri e disse: mas é óbvio!

O que eu não sabia é que todo mundo, TODO MUNDO, fica peladão.

PE-LA-DÃO.

Homem, mulher, senhor, senhora, casal, mocinho, mocinha, todo mundo, no mesmo espaço, dividindo o mesmo banquinho.

Por um segundo, enquanto tirava as últimas peças de roupa, contabilizei todos os meus defeitos.

Todos aqueles que aprendi a mostrar com o passar dos anos no vestiário da academia.

Todos aqueles que já apareceram em outras ocasiões, mas que, assim, pá, à luz do dia, sem nem um drinkzinho pra relaxar, era novidade.

Nos primeiros minutinhos, confesso que segurei a respiração.

Depois, algumas risadas.

E eis que soltei a respiração e muitas risadas.

Foi inapropriado, mas foi.

Passou.

Esqueci da contabilidade. Relaxei.

Esqueci de diferenças e fui percebendo que, na verdade, nós somos é muito iguais.

De volta pra casa, não deixei de pensar nisso e, de novo, passei a olhar pro meu corpo de outra forma.

De novo, me redescobri, me apaixonei.

Lembrei de algo que li uma vez e dizia que nós viajamos pra nos perdermos, pra nos tornarmos jovens bobos de novo, pra diminuir a velocidade do tempo e, por fim, pra nos encontrarmos.

Às vezes precisamos estar do lado de fora pra quebrar as barreiras aqui de dentro.

Às vezes precisamos mudar de lugar pra nos apaixonarmos mais uma vez.

Que essa jornada seja infinita ♡

 


Tenha curiosidade, explore, conheça, experimente, sinta vontade e faça sua vontade.
Encontre sua identidade, retoque suas escolhas, abrilhante seu estilo e para todas as suas posições a Flaminga estará te acompanhando 🌸

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